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quinta-feira, 22 de outubro de 2015

OPINIÃO


Clique para ler a reportagem.http://www.issuu.com/viracao/docs/edicao_96

Há uma idade certa para engravidar? 


Essa questão foi debatida pelos alunos do 2º ano A e muitos pontos de vistas diferentes foram defendidos. Abaixo temos o posicionamento da aluna kathlyn.
 






MAMÃE PROFISSIONAL 

 Kathlyn Isabela dos Santos Alves   


Quando pensamos na palavra “mãe”, automaticamente pensamos em uma mulher preparada e segura que terá condições suficientes para dar toda a estabilidade que seu bebê precisa. Desse modo, existe sim uma idade certa para engravidar.


Ao contrário de antigamente, a mulher hoje em dia procura aproveitar sua juventude tanto no social quanto no profissional. As oportunidades são inúmeras e um filho poderia vir a interromper muitos de seus objetivos.

Vivemos em uma selva de pedras onde quem não se prepara não tem vez no mercado de trabalho, por isso a formação é tão importante. Por ser tudo tão corrido, a maioria das jovens param de estudar ao engravidar. Assim, se ocorre uma gravidez sem planejamento, a jovem mamãe terá que cuidar de outra vida e deixar suas prioridades para o amanhã, mas será que existirá esse amanhã?

Estudos mostram que a pressão e a instabilidade emocional são extremamente comuns na gestação e que uma adolescente não está preparada para enfrentar tudo isso, o que pode levar a depressão e muitas vezes até ao suicídio.

Há quem não apoie a gravidez na maturidade, dizendo que é arriscado ou que a mulher não conseguirá ter ânimo para correr atrás de seu filho, mas atualmente existem diversos métodos seguros para a mulher ter uma gravidez tardia, inclusive empresas já oferecem apoio a suas executivas que tomam essa decisão financiando o congelamento de óvulos. Sejamos honestos: cuidando da saúde, mulheres correm maratonas, cuidar de uma criança seria mais uma alegria.

Engravidar na maturidade não significa engravidar com 50 anos, e sim estar preparada para receber este presente tão especial. Assim, estudar e formar uma carreira só darão melhores condições para alcançar o sonho tão desejado da maioria das mulheres, o sonho de ser mãe.

 Notícias relacionadas:

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

OPINIÃO

                                                                                             
     


Liberdade com segurança



                               Por Rebeca da Silva


Gravidez é um período muito esperado por muitas mulheres, um momento mágico que transformará a vida das futuras mamães. Se avaliado pela beleza da criação de uma vida, é difícil dizer se há um momento certo para isso. No entanto, quando pensando de forma racional, a época certa é após a formação acadêmica seguida da estabilidade financeira.

Os jovens de hoje têm novos valores e querem experimentar todos os sabores da vida. No entanto, é frequente ver moças reciosas e inseguras quanto ao seu futuro. O despreparo para a iniciação sexual, o desamparo familiar e a falta de estudo interferem muito nesse momento. Quando os jovens têm conhecimento mais aprofundado dessa fase que esta passando, evitam situações como a gravidez precoce que pode interromper o futuro brilhante que poderiam ter.

Então é preciso que os jovens apenas estudem? Não, precisam estudar e também se divertirem. Mas sempre sendo prevenidos porque esperar por uma formação acadêmica e uma estabilidade financeira são etapas a serem vencidas antes de se ter um filho. A maternidade é para ser aproveitada, para se curtir cada fase do crescimento do seu filho. O que acontece muitas vezes é que as jovens mamães de repente se percebem grávidas e se perguntam: e agora o que vou fazer? Essa insegurança passa para o filho. A criança busca na mãe encontrar proteção e não o medo do amanhã.

Desse modo, acredito que um bom planejamento familiar pode formar uma sociedade melhor e só haverá planejamento, se os jovens receberem apoio da família e da escola para saber desfrutar de sua 
liberdade.

Leia também:

A Gravidez na Adolescência

OPINIÃO






Clique para ler notícia completa.



Gravidez segura ou carreira profissional?


Por Natalia e Pamela


As pessoas questionam qual a melhor idade para engravidar, mas será que existe um momento certo? Mesmo ainda estando na adolescência, muitas de nós têm consciência de que devemos engravidar até os 30 anos, pois sabemos que uma gravidez precoce atrapalhará nossa formação acadêmica e uma maternidade tardia além de trazer alguns riscos para mãe e para o filho, os pais encontrarão também  dificuldade em manter a disposição e energia necessárias.

Mesmo assim, algumas mulheres optam por investir na carreira profissional e adiar a maternidade, para obter uma estabilidade financeira, focando sua vida nos estudos e em outros aspectos sociais e econômicos. Mas esquecem de que a gravidez em idade mais avançada também aumenta a probabilidade de doenças, abortos espontâneos e parto prematuro. Os riscos mais significativos são as anomalias cromossômicas, responsáveis por doenças como a síndrome de Down. A gravidez na maturidade está associada a outro risco que precisa ser considerado: a dificuldade para engravidar, pois a fertilidade diminui com a idade.

No entanto, nos últimos anos, surgiram formas de armazenamento que permitem congelar óvulos para serem usados depois. Mas geralmente a idade que as mulheres podem pagar por esse procedimento, normalmente a partir de 35 anos, é considerada tardia. Além disso, entre os médicos não é consenso o uso do método para quem quer atrasar a maternidade, pois esse processo foi criado para mulheres que fazem quimioterapia. Empresas como “Facebook” e “Apple” financiam o congelamento de óvulos de funcionárias executivas. Assim, uma decisão que deveria ser pessoal torna-se uma opção para empresa ter mais tempo sua profissional de qualidade na ativa.

As pessoas que defendem a gravidez na maturidade afirmam que a mulher terá mais tempo para ir a festas, fazer muitas viagens sem se preocupar com filhos. Mas basta observar o relato de Kátia que teve seu filho aos 40 anos, para entender que não é fácil nessa idade acompanhar a rotina de uma criança cheia de energia. No caso dela que perdeu o marido recentemente a situação ainda fica mais difícil, pois não há com quem dividir tanta responsabilidade. 

Acreditamos então que a melhor idade para engravidar seria até os 30 anos, pois assim já teriam uma carreira formada e estabilidade financeira, ao mesmo tempo em que ainda se mantém a disposição para cuidar do filho. 

domingo, 18 de outubro de 2015

OPINIÃO

Clicle para conhecer a revista "Viração" e encontre a reportagem de capa "Preparada, mamãe?"

Existe um momento certo para engravidar?



Todos podem ter filhos, poucos podem cuidar

Por Bruno Bereta e Vitor Hugo

Podemos ter filhos no momento e idade que acharmos melhor, mas também devemos pensar no futuro nosso e no da criança. Por isso, acreditamos que existe um momento certo para engravidar, que deveria ser após os 18 anos, pois jovens e adolescentes ainda estão em fase de desenvolvimento físico e emocional, além disso, não têm independência financeira para assumir a responsabilidade que um filho representa na vida de uma pessoa.

A gravidez precoce é muito prejudicial para o adolescente porque esta fase já é marcada naturalmente por muitas transformações. Este é um período de transição, insegurança e busca de identidade. Geralmente os adolescentes estão ainda indecisos quanto ao seu futuro e também mudam de ideia constantemente. O amor de sua vida hoje poderá ser seu pesadelo no dia seguinte. E um novo amor surge como mágica! Uma criança não deveria jamais ser criada no meio dessa montanha russa.  Quanto ao desenvolvimento físico, o corpo do adolescente ainda está em desenvolvimento (ocorre um verdadeiro bombardeamento de hormônio) e nessa fase há riscos significativos de anomalias cromossômicas responsáveis por doenças como a síndrome de down.

Outra característica dessa fase é a dependência dos pais, que gera um grande problema aos pais adolescentes: a figura de autoridade na educação do filho. Criam-se conflitos de autoridade entre pais, filhos e avós. A criança obedecerá a quem nos eternos conflitos diários? Como os pais adolescentes não têm dinheiro para comprar tudo o que o filho vai necessitar, intensifica ainda mais a dependência dos pais e assim muito pouco resolverão sobre a vida de seu filho.

Diante do exposto, para um futuro melhor não só para os pais, mas também para o filho, devemos pensar se temos condições financeiras, mental, emocional para cuidar e amar nosso filho para que no futuro ele não tenha problemas psicológicos relacionados à educação recebida de pais adolescentes imaturos, inseguros e inexperientes com a vida. Se não temos, devemos buscar informações para iniciar uma vida sexual de forma prudente  e deixar para ter filhos no momento certo.



sexta-feira, 2 de outubro de 2015

OPINIÃO

Em 2012, o governo estudou adotar medidas de redução de danos para o aborto ilegal, mas a bancada religiosa do congresso nacional criticou veementemente a iniciativa e o projeto foi retirado. 


Tem que ser realmente assim?

                                   Por Vitória Carvalho Barreto

Educação sexual, aborto, juventude, homossexualismo, homofobia. Um conjunto de assuntos polêmicos, no entanto muitos preferem não abordar, por serem conservadores ou até mesmo por medo do que possa acontecer.


A bancada religiosa ao interferir nos projetos que dizem respeito ao aborto coloca em risco a vida de muitas jovens, pois o aborto inseguro é a quinta causa de morte materna com mais de 230 mil internações todos os anos. Ao ver esses  números podemos assim dizer que é essencial conversar com os jovens sobre a educação sexual  para que em um futuro próximo não venha ocorrer eventos indesejáveis, como uma gravidez precoce ou algum tipo de doença. Mesmo ciente destes riscos, os deputados evangélicos e católicos por colocarem suas crenças acima do seu dever e os demais parlamentares por receio da reação da sociedade optam por não fazerem mudanças nas leis.


A sociedade apoia essa postura dos parlamentares e em casos extremos há familiares que preferem o ensino domiciliar ao ensino público ou privado, para que desta forma seus filhos não tenham maus exemplos.  Só em Minas Gerais são 200 casos de “homeschooling”, na maioria famílias religiosas, que por  quererem ter mais controle sobre a educação moral dos filhos optaram pelo ensino domiciliar.


Como podemos ver a participação de políticos e de familiares vem sendo negativa em relação à educação para a sexualidade, pois consideram que o melhor é do jeito que estão fazendo. Mas tem que ser realmente assim? Não, pois é  dever do Estado e da família assegurarem o aceso à informação, favorecer um diálogo aberto e compreender melhor os jovens neste período de incertezas e curiosidades.  



OPINIÃO

Por pressão,  Deputados de 8 estados, inclusive do Paraná, excluem ‘ideologia de gênero’  dos Planos Estaduais  de Educação.

(Notícia do dia 25/06/2015) 

Veja os argumentos em relação à manutenção dos itens:


CLIQUE PARA AUMENTAR O TAMANHO DA IMAGEM










Sexualidade, assunto proibido?
                       
                        

                          Kathlyn Isabela Alves

Tratar de sexualidade na adolescência é algo fundamental, pois orienta o jovem para situações atuais e futuras. No entanto, os parlamentares constantemente vetam propostas sobre tal assunto, fragilizando o conhecimento e aumentando ainda mais os índices de gravidez e aborto nessa fase de transição.


Em pleno século XXI, ainda vemos jovens recebendo uma educação sexual orgânica cheia de tabus e preconceitos. Sem o conhecimento necessário, muitos jovens acabam engravidando, usando isso para fugir da sua realidade atual, sem pensar nas consequências. Quase sempre essa responsabilidade pesa sobre os ombros da mãe que abandona os estudos e vê seu futuro profissional ser prejudicado.


Por outro lado, também é comum o interesse em interromper a gravidez indesejada em todas as faixas tárias, inclusive, na adolescência. Segundo o Ministério da Saúde, 1 em cada 7 mulheres já abortou, mas os parlamentares parecem não levar isso em conta, já que quando foi proposta a política para redução de danos do aborto ilegal, a maioria não quis sequer debater o assunto. Então, sem o conhecimento necessário e o apoio governamental, as mulheres recorrem a métodos perigosos e o aborto se torna a 5ª causa de mortes materna.


Segundo a constituição é dever do estado apoiar o jovem em sua entrada a uma vida sexual segura, mas aqueles que têm uma visão religiosa, não levantam de suas cadeiras para olhar e ver que sexualidade é mais do que há hoje nos livros didáticos e que a juventude precisa de esclarecimentos, momentos para expor suas dúvidas e seus medos. É necessário orientação para que os jovens tomem suas próprias escolhas.


Nesse sentido a participação dos parlamentares deveria ser mais efetiva, pois a sexualidade é um instinto natural e devemos ser apoiados e instruídos nessa iniciação. É necessário que fique claro que existe algo além desse conservadorismo fútil e que podemos ter escolhas diversas em nossas vidas. 

OPINIÃO

 Por pressão, planos de educação de 8 estados, inclusive o Paraná, excluem ‘ideologia de gênero’ 

25/06/2015 



Conservadorismo ou política de votos?


Angela Oliveira B. Silva

A participação dos políticos em relação à educação para a sexualidade no Brasil não vem sendo positiva, mas sim muito polêmica, pois tentam manter o país no conservadorismo que a sociedade impõe. Os desdobramentos dessa postura são engavetamento de projetos sobre orientação sexual que poderiam tratar de temas importantes como gravidez, aborto, homossexualidade, homofobia, entre outros temas.


O Ministério da Saúde afirma que 1 em cada 7 mulheres em idade reprodutiva já realizou o aborto, que é a quinta causa de morte materna. Mas cada vez que é tocado neste assunto, o parlamento acaba não discutindo e o projeto é esquecido. Assim, jovens continuam realizando aborto inseguro e correndo  risco de vida, pois muitos nem têm noção dos riscos ao realizar esse procedimento.


Do mesmo modo, temas como homossexualidade são vistos pelos deputados como temível e perigoso para ser tratado com jovens nas escolas. O apoio popular é evidente como podemos perceber pelo aumento do fenômeno contemporâneo Homeschooling, que consiste na iniciativa dos pais em oferecerem aos seus filhos educação intelectual em casa para controlá-los. Ao tirá-los da escola podem mantê-los no conservadorismo que a família impõe.


Embora estas situações não sejam resolvidas da noite para o dia, na política, os parlamentares deveriam agir de modo laico e não se importarem tanto em agradar os pais para não perderem votos, pois os jovens precisam receber a devida educação sexual e a sociedade precisa parar de temer o rompimento dos paradigmas. 

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

ENQUETE: Nas cidades, muitas pessoas perdem tudo o que têm em uma enchente. A esse respeito, na sua opinião, de quem é a culpa?


Quando você está assistindo TV e passa aquelas pessoas desabrigadas que perderam tudo nas enchentes, já ouviu alguém comentar coisas do tipo: "também, não sei por que vão morar num lugar desses?"

Vamos pensar mais sobre isso? Leia o fragmento do artigo “Culpa do homem ou do clima?”, extraído da revista Carta Capital virtual que foi publicado em 04 de abril de 2011, mas que retrada muito bem o que ainda vem acontecendo.


Assista ao Vídeo “Enchenteem Xerém”, do site “Recontando”, postado no dia  28 de dezembro de 2013 na seção editoriais – Ciência e Tecnologia.

Agora, compartilhe com os colegas do blog a sua opinião!


terça-feira, 29 de setembro de 2015

Conservadorismo só no congresso, porque na TV...

                Por Pâmela Rafaela

Aborto inseguro é a quinta causa de morte materna e responsável por mais de 230 mil internações todos os anos.







A educação para a sexualidade na escola é importante para orientar os alunos que estão entrando na adolescência e até mesmo para nós que estamos no Ensino Médio. Em relação a este assunto a participação dos parlamentares na criação de leis vem sendo negativa, porque são muito conservadores e não apoiam os jovens para que possam iniciar sua vida sexual de forma protegida e segura.

Um exemplo dessa atitude reacionária do congresso foi o que aconteceu em 2012, quando a bancada religiosa reagiu negativamente à proposta do governo de redução de danos e riscos para o aborto ilegal. Será que a vida da mãe vale menos para Deus?  Devido suas crenças, deputados evangélicos e católicos ignoraram dados do Ministério da Saúde de que o aborto inseguro é a quinta causa de morte materna e responsável por mais de 230 mil internações todos os anos e decidiram que nem debateriam o assunto.

Com esse comportamento tradicionalista, os políticos acabam não fazendo leis que poderiam ajudar os jovens em relação à sexualidade. O material educativo anti-homofobia produzido pelo ministério da educação na gestão de Fernando Haddad, causou reações tão desproporcionais, que ficou evidente na época o cenário em que estamos imersos e o temor que o rompimento de paradigmas provoca em grande parte da sociedade que apoia a conduta desses parlamentares.

 Aqueles que são contrários aos projetos e programas voltados para a educação da tal “sexualidade”, acreditam que falar no assunto incentivará o adolescente. Porém, hoje em dia é tão normal ver na mídia a utilização do corpo de mulheres e homens em propagandas para perfumes, cervejas e principalmente em novelas que é possível afirmar que Conservadorismo mesmo só no congresso. 


Uma coisa é certa: a orientação adequada pode amenizar os problemas que os adolescentes enfrentam em relação à sexualidade. Então, eles precisam assistir sim a palestras e participar de debates com professores e colegas para terem mente mais aberta sobre esse assunto  







Educação para sexualidade


O que está por trás da postura conservadora dos parlamentares em relação à educação para sexualidade?


Por Taiane Emanuele


Os últimos acontecimentos vêm colocando em evidência a educação para a sexualidade, já que quando o Ministério da Saúde propõe políticas públicas o parlamento interfere no progresso dessas. Essa atitude dos parlamentares vem sendo negativa já que demonstra ser uma política conservadora que priva os adolescentes de receber a educação para a sexualidade nas escolas. O que está por trás dessa atitude? 


As famílias na formação dos jovens encontram dificuldade com o tema da educação para a sexualidade, pois a conversa a respeito costuma ser constrangedora. Espera-se então que passem essa tarefa à escola? Correto? Na maioria das vezes não. Mesmo sem habilidade para debater o tema, os pais infelizmente não são a favor que o assunto seja tratado nas escolas. Seguindo esse mesmo caminho, os políticos, para não contrariar os pais, vetam leis e projetos sobre aborto, homossexualidade, ou seja, tudo o que gera dúvida e precisa ser esclarecido.


Embora muitos sejam contra a educação para a sexualidade na escola por considerar que é cedo demais para falar do assunto, crianças vivem em uma sociedade hiper-sexualizada com estimulações exageradas, assim a infância vem acabando cada vez mais cedo. De acordo com a psicóloga Rosely Sayão, os adolescentes não se previnem da gravidez, tampouco das doenças sexualmente transmissíveis, porque ainda não desenvolveram o autocuidado. Isso significa que ser sexualmente ativo exige maturidade, mas sem diálogo o adolescente não vai entender isso. 


É claro que conversar sobre sexualidade com os adolescentes é difícil para pais que foram criados em outro modelo de educação, mas é dever da família abrir um diálogo significativo – não dando sermões - com seus filhos para que eles possam aprender e tirar suas dúvidas tanto em casa como na escola. 


Diante do que vemos hoje, o caminho é começar a mudança pela sociedade, porque somente com a aceitação dos pais que os políticos poderão retomar os projetos que tratam da educação para sexualidade nas escolas. Sem medo de perder votos, a conversa será outra.
  

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

EDITORIAL

Intimidade e segurança

Um pequeno erro toma uma dimensão  do tamanho da internet

 

Por João Vitor, Alan Gabriel e Matheus Rodrigues 

Em 23 de abril de 2014, a Presidente Dilma Rousseff sancionou a lei "Marco Civil da Internet" que garante a proteção dos dados pessoais que circulam na rede. Assim os usuários de redes sociais como facebook e wathsapp estão se sentindo mais seguros, graças à nova lei. Embora os internautas possam se sentir mais aliviados quanto a isso, é preciso ter consciência de que suas ações na internet também podem lhe trazer grandes problemas.

Não é necessário ser um gênio em internet para saber que se deve ou não postar em redes sociais, ou seja, é preciso ter consciência de que ao postar sua intimidade a pessoa não tem mais controle da informação. Por exemplo, se uma pessoa vai viajar e posta detalhes de onde e quando, uma pessoa mal intencionada pode se aproveitar dessas informações.

Outra questão que se deve ter atenção é postagem de fotos sensuais no facebook, pois a foto pode ser alterada e ser divulgada em site pornográfico. Casos assim trazem consequências para a vida social da pessoa que podem até acabar desenvolvendo problemas emocionais. Um pequeno erro toma uma dimensão  do tamanho da internet.

A legislação vem sendo adequada ao uso da internet para que todos possam usá-la com segura, mas é preciso cuidado com as postagens em redes sociais, pois um ato impensado pode se tornar um pesadelo sem fim. 

 

Saiba mais sobre novas leis sobre internet

http://tecnologia.uol.com.br/noticias/redacao/2015/05/11/entenda-mais-sobre-a-lei-que-pretende-proteger-os-dados-pessoais-no-pais.htm

 


 


quinta-feira, 17 de setembro de 2015

EDITORIAL

Cantada é elogio?

A vítimas geralmente não denunciam porque tem medo de sofrer violências piores ao reagir negativamente a uma abordagem.

Por Adryelle Gomes da Rocha, Aline Alves da Siva, Carla da silva Nunes Machado


O assédio sexual no Brasil é uma coisa comum, as principais vítimas são mulheres de mais variadas idades. Os agressores podem ser jovens, adultos  e, inclusive, homens mais velhos também. As mulheres não devem considerar esse comportamento como se fosse algo natural, pois esse tipo de conduta  pode abalar a estrutura emocional feminina.

O assédio sexual tem causado impactos sérios e negativos à saúde física e emocional das mulheres. De acordo com a Defensoria pública do Estado de São Paulo, o que está por traz do assédio não é um elogio, na verdade, esse comportamento é efetivamente uma tentativa de demonstrar poder e intimidar a mulher.

O assédio sexual pode ser considerado como crime, de acordo com o comportamento apresentado pelo assediador, mas ainda não há um protocolo para a vítima fazer queixa. Geralmente, as mulheres não denunciam porque têm medo de sofrer violências piores ao reagir negativamente a uma abordagem. Porém, quando essas situações desagradáveis ocorrem, ficar calada nem sempre é uma boa opção, pois suportar nos dias de hoje atitudes machistas prejudica o psicológico feminino.

Para que essas abordagens machistas acabem a lei deve ser mais rígida em casos de assédio sexual, e mesmo em caso de cantadas baratas e assovios deve-se aplicar penas alternativas, como prestação de serviços sociais, pois nós mulheres não merecemos passar constrangimentos no nosso dia-a-dia. 

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Vencer o medo

Por Natany Raquel Xavier e Caroline Novaes Afonso
 

As  vítimas  de assédio deveriam vencer o medo e denunciar os assediadores porque eles merecem ser presos para não abusarem de outra mulher. Se isso acontecesse, diminuiria bastante o assédio sexual. Outra questão é a roupa da mulher. Ela deveria usar roupas que não chamassem tanta a  atenção dos homens. 

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Mais liberdade

Por Michele Carolaine de Freitas e Mariana Adriana Martins da silva

Primeiro é preciso criar a cultura de denunciar o agressor, para isso basta prestar queixa e descrevê-lo fisicamente, fazendo descrição com detalhes das roupas que estava usando,por exemplo. 

Ajudaria também se tivesse mais policiamento, intimidaria o agressor e as mulheres ficariam mais sossegadas e poderiam andar em paz nas ruas com as roupas que quisessem.

 


Racismo


"...especialista afirma que muitas mulheres sonham com cabelos lisos, por terem ouvido 'brincadeirinhas' a respeito de seus cachos durante a  sua infância."


Por Maria Vitória Rodrigues, Larissa Carvalho Costa, Emanuele Figueredo



O racismo está presente em nossas vidas desde sempre, porém muitas pessoas estão querendo mudar essa história, pois ninguém é obrigado a sofrer calado, principalmente, os jovens que são constantemente atingidos com piadas sem graça. Nas escolas, um lugar onde as pessoas deveriam sentir-se acolhidas, muitos alunos têm que conviver com racismo todos os dias. 

De acordo com a advogada e mestre em educação Ana Carolina Magalhões  Fortes, o racismo na escola influência negativamente no desempenho das suas vítimas, podendo ser causadores até mesmo de evasão escolar. Outra consequência é o problema psicológico, ou seja, o desgaste emocional causado no presente e no futuro, pois a especialista afirma que muitas mulheres sonham com cabelos lisos, por terem ouvido “ brincadeirinhas “ a respeito de seus cachos durante a  sua infância. 

Mas esse tipo de “brincadeiras” não é comum apenas com jovens e sim com todo tipo de gente sem medir a classe social, pois mesmo jogadores que têm altos salários sofrem racismo diante de um estádio de futebol inteiro. A lei 7716/89 determina igualdade racial e ao crime de intolerância racial uma pena de dois a oito anos de prisão. 

Não adianta fazer de conta que não existe preconceito, temos que falar claramente sobre isso com os pais, com professores e colegas. É preciso nos policiarmos e pensar muito bem antes de fazer certas “brincadeirinhas”, além disso quando presenciarmos atos racistas, não podemos ignorar, pelo contrário, devemos ajudar a denunciar.
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"Brincadeirinhas" que agridem 

Por Adrielly Brito  Santana e Nathan de Araujo dos Santos



Muitos adolescentes acabam sofrendo inúmeras agressões cibernéticas com insultos, preconceitos e discriminações. As "brincadeirinhas" preconceituosas podem parecer inofensivas, porém isso chega a atingir psicologicamente a pessoa.  Mesmo ofendidas, muitas vítimas disfarçam esse tipo de incômodo. Uma das consequências do racismo é fazer o adolescente ter problemas de auto estima, as vítimas sofrem por não estar dentro dos padrões de beleza ridículos que a mídia impõe.


No link abaixo, uma notícia relacionada ao editorial de nossas colegas.

terça-feira, 15 de setembro de 2015

EDITORIAL



1 bilhões! Onde está o dinheiro? 


Reestruturado pelo 9º ano A e escrito por Matheus Franco do Nascimento

Colaboração especial de João 

  


Cada vez mais as pessoas estão praticando o ciclismo porque é uma atividade que além de  fazer bem à saúde, serve como transporte, mas faltam ciclovias na maioria das cidades, portanto é preciso remodelar o espaço urbano.    


No Brasil, há um alto índice de obesidade que pode causar doenças cardiovasculares e diabetes. Essas doenças podem ser evitadas com exercícios físicos como o ciclismo, desde que haja espaço adequado e seguro.

Em Fortaleza, Ceará, há 74 km de ciclovias espalhadas pelas ruas da cidade, que estão em péssimas condições e são desconectadas. Isso também ocorre em nossa cidade, pois há apenas ciclovias no centro e em alguns bairros próximos. Os ciclistas que moram na periferia não têm segurança para chegar ao centro porque passam por avenidas muito movimentadas e com alto índice de acidentes como a Avenida Colombo.

Em 2010, de acordo com o Plano Nacional de Mobilidade Urbana foram investidos cerca 11 bilhões de reais para melhoria da mobilidade das cidades, porém não foram bem gastos.

Diante do exposto acima, não é necessário entender de política e transporte para saber que uns milhões se perderam no caminho. 

No link abaixo, veja passo a passo como construir um plano de mobilidade urbana. Será que nossa cidade tem um?


INFOGRÁFICO
PUBLICADO: 24/SET/15
INFOGRÁFICO PUBLICADO: 24/SET/15 Uma cidade amiga da bicicleta Mostra como pequenas adaptações no planejamento urbano podem incluir ciclistas no trânsito.
Mostra como pequenas adaptações no planejamento urbano podem incluir ciclistas no trânsito.




segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Ensino Médio

Momento para refletir...


Quando e onde você nasceu? Com quem você vive? Como gostaria de viver? Você valoriza sua  família e e seus amigos?

Como você lê mundo? A escola contribui para você entender o mundo ? O que você espera dos estudos escolares?

Para você, os jovens estudantes do Ensino Médio que frequentam o período diurno apresentam as mesmas  necessidades daqueles que frequentam o período noturno?

Para você, qual é o papel dos seus professores na sociedade atual?

Você valoriza as Ciências Humanas (filosofia, história, geografia, sociologia)? Por quê?

Os estudos tradicionalmente propostos pela área das Ciências Humanas se aproximam de seus interesses e de suas necessidades?




sexta-feira, 28 de agosto de 2015

EDITORIAL



VÍCIO 

Por Brenda Yasmin dos Santos Severo

       Os jovens estão cada vez mais viciados no celular e nem percebem que isto está acontecendo. Como todo vício, esse comportamento traz consequências negativas, nesse caso, atrapalhando principalmente os estudos e sua vida social.
       A tecnologia está cada vez mais presente na vida das pessoas e assim os aparelhos não saem das suas mãos e mentes.  Embora  a dependência pela tecnologia seja comportamental, o vício pelo celular causa desgaste na ponta do neurônio e isso é comparado a outros tipos de drogas – explica Cristina Nabuco de Abreu, Coordenadora do grupo de dependências tecnológicas do instituto de psiquiatria do hospital das clinicas de São Paulo. Dessa forma, é possível afirmar que o uso ecessivo do celular prejudica  o desenvolvimento da vida escolar do adolescente.


        Além disso, o vício no celular atrapalha o diálogo com a família e com os amigos. É uma reclamação comum dos pais que os filhos ficam nas redes sociais e não largam o celular nem mesmo durante as refeições.  Até mesmo no trânsito esse vício vem causando transtorno, pois falar ao telefone e dirigir pode causar acidentes.
       O mau uso do celular não vem afetando apenas nossas vidas, mas também prejudicando parentes e amigos. Além disso, em caso de acidentes colocamos nossa vida e de outros em risco. Por isso devemos estabelecer limites a nos mesmos diminuindo o tempo em que usamos o celular.

O texto acima foi reestruturado coletivamente pela turma 9º ano B.