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sexta-feira, 2 de outubro de 2015

OPINIÃO

Por pressão,  Deputados de 8 estados, inclusive do Paraná, excluem ‘ideologia de gênero’  dos Planos Estaduais  de Educação.

(Notícia do dia 25/06/2015) 

Veja os argumentos em relação à manutenção dos itens:


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Sexualidade, assunto proibido?
                       
                        

                          Kathlyn Isabela Alves

Tratar de sexualidade na adolescência é algo fundamental, pois orienta o jovem para situações atuais e futuras. No entanto, os parlamentares constantemente vetam propostas sobre tal assunto, fragilizando o conhecimento e aumentando ainda mais os índices de gravidez e aborto nessa fase de transição.


Em pleno século XXI, ainda vemos jovens recebendo uma educação sexual orgânica cheia de tabus e preconceitos. Sem o conhecimento necessário, muitos jovens acabam engravidando, usando isso para fugir da sua realidade atual, sem pensar nas consequências. Quase sempre essa responsabilidade pesa sobre os ombros da mãe que abandona os estudos e vê seu futuro profissional ser prejudicado.


Por outro lado, também é comum o interesse em interromper a gravidez indesejada em todas as faixas tárias, inclusive, na adolescência. Segundo o Ministério da Saúde, 1 em cada 7 mulheres já abortou, mas os parlamentares parecem não levar isso em conta, já que quando foi proposta a política para redução de danos do aborto ilegal, a maioria não quis sequer debater o assunto. Então, sem o conhecimento necessário e o apoio governamental, as mulheres recorrem a métodos perigosos e o aborto se torna a 5ª causa de mortes materna.


Segundo a constituição é dever do estado apoiar o jovem em sua entrada a uma vida sexual segura, mas aqueles que têm uma visão religiosa, não levantam de suas cadeiras para olhar e ver que sexualidade é mais do que há hoje nos livros didáticos e que a juventude precisa de esclarecimentos, momentos para expor suas dúvidas e seus medos. É necessário orientação para que os jovens tomem suas próprias escolhas.


Nesse sentido a participação dos parlamentares deveria ser mais efetiva, pois a sexualidade é um instinto natural e devemos ser apoiados e instruídos nessa iniciação. É necessário que fique claro que existe algo além desse conservadorismo fútil e que podemos ter escolhas diversas em nossas vidas. 

Um comentário:

  1. Ola, Kathlyn Isabela,

    E um assunto bem delicado para falar com o jovem, pois maioria das vezes a pessoa fica constrangida ao falar com o jovem sobre sexualidade, assim o jovem acaba usando outros métodos para aprender sobre o assunto. O jovem provavelmente vai agir com seus impulsos e emoções e acaba engravidando, pois não sabe como se prevenir da gravidez e doenças que são provocadas através do sexo. Na minha opinião nas escolas que lidam com jovens deveriam falar sobre sexualidade com os alunos, pois ajudará o jovem a se prevenir e não causar imprevistos que podem acabar com os sonhos que estavam preparados para o futuro.

    Matheus rodrigues da silva

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