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sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Nosso aluno Alan Lopes adora escrever histórias. Já escreveu histórias e confeccionou livros. Esta história de natal, ele escreveu especialmente para nosso Blog.




PAPAI NOEL EXISTE? 



Era uma vez um garoto chamado Georg que todos os anos no dia 1º de dezembro escrevia a boa e velha cartinha para Papai Noel.

No último natal, Georg escreveu a cartinha, mas não pediu brinquedo, ele queria visitar a casa do Papai Noel, porque desejava  entregar presentes. Pensou em começar doando roupas, brinquedos e sapatos.

No dia 2 de Dezembro, Georg e seus pais Leila e Paulo foram visitar seus tios e seu primo Harry. Georg estava brincando, quando seu primo disse: "PAPAI NOEL NÃO EXISTE". Georg chorou muito e foi embora.

À noite,  Georg estava dormindo quando de repente ele acordou e viu um homem barrigudo, barbudo e com roupas de Papai Noel. Mas seria verdade? Realmente era o bom velhinho que com um olhar meigo lhe perguntou:
- Você deve ser Georg ou estou enganado? Hohohoho!
- Sim, por quê? 
- Porque você me mandou uma carta - disse o velhinho.
- Mas como nós iremos? 
-Ho ho ho! Você se esqueceu que eu tenho um trenó?

Antes de irem, o Papai Noel deixou uma carta aos pais de Georg em um celular mágico.

Chegando ao Polo Norte, o menino se encantou. Quando entrou na fábrica quase desmaiou.
O velhinho disse:
-Que bom que quer ajudar, pois está difícil fazer tantos brinquedos!
-Quando começo? - pergunta o garoto ansioso.
- Hoje, está bem? - disse Noel.
O garoto ajudou a alimentar as renas do Noel; a limpar o trenó; fez presentes e pacotes e também ajudou a conferir as listas. Após isso, perguntou se o bom velhinho sempre foi assim.
-Não. Quando era pequeno era apenas uma pessoa comum, virei o Papai Noel com 20 anos! Sabe quantos anos eu tenho? 
- Não, quantos?
- 1220 anos - disse.
- Nossa! Quando eu tiver 20 anos, vou querer ser oPapai Noel! 
Depois de baterem um papo, Noel foi levar o menino de volta para casa.

Chegando em casa, despediu-se do Papai Noel e foi logo separar brinquedos, roupas e calçados que não usava mais. Resolveu não esperar até ter idade para ser Papai Noel.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Sem chance


Sem chance
Por Vitória Letícia de Lima -   9 ano B

Era um jovem com fama de pegador. Alto, loiro, forte. Causava o maior reboliço entre as garotas por onde passava. Mas apesar de ter todas a seus pés, já havia em sua vida uma parceira inseparável pela qual ele dedicava toda fidelidade desse mundo. Quando passeava com ela, todos ficam de boca aberta, maravilhados com sua beleza.

Ele a amava muito. Também foi presente de seu pai. Uma máquina! Sua mãe, por sua vez, não gostava dela. Só em pensar o quanto seu filho poderia sofrer, ficava com o coração na mão. “Os estragos que aquilo pode fazer na vida de meu  filho” __, dizia fazendo o sinal da cruz e balançando a cabeça.

Mas toda a reza da mãe não poria fim naquele relacionamento. Uma outra em sua vida? Jamais! Primeiro porque era fiel a sua moto, sua grande paixão, e, além disso, quem chamava mesmo sua atenção era o carteiro, o açougueiro, o padeiro...

 

terça-feira, 27 de agosto de 2013

A professora Vera Lúcia Lopes trabalhou com seus alunos do 6 ano a narrativa e veja que lindo texto Alan escreveu. Parabéns a professora e ao seu aluno.

O amor de Chico Bento
Por Alan Lopes - aluno do 6 ano B

O dia estava lindo. Chico Bento resolveu plantar flores. Escolheu uma parte de terreno, cavou, colocou as sementes, e molhou tudo. Fizesse sol ou chuva, Chico Bento sempre estava ali para cuidar de suas plantinhas.

Um dia, Chico Bento acordou e foi olhar as flores. Quando chegou lá todas as flores havia desabrochado. Pensou em arrancá-las e entrega-las a Rosinha, mas depois pensou que havia cuidado das flores com tanto amor e que se as arrancasse, elas morreriam. Resolveu, então, arrancar a plantinha com terra e colocá-la em um vaso. 

Quando Rosinha chegou a casa de Chico foi surpreendida com um lindo presente: um vaso de rosa!

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Os ratos do metrô

Os ratos do metrô

           Por Andressa Keren Ferri


       Numa quarta-feira chuvosa e fria, no final do dia, após uma sufocante tarde  de  novembro, Ana caminhava em um metrô vazio e precário. Caminhava de cabeça baixa. Fora demitida, provavelmente seria despejada.
      De repente de um buraco da parede saíram  vários ratos enormes que correram em sua direção. Ana continuou andando sem dar atenção a eles. Eles continuaram seguindo-a.  Ana percebeu subitamente que estava sem saída. Os ratos formaram  uma barreira em torno dela.
      Um deles se aproximou e ofereceu-lhe  uma pedacinho  de  queijo. Ela se abaixou e devorou o queijo  todinho e transformou-se em um rato.
FOTO DE ANDRÉ DESANTO/2013. Praça da Sé, São Paulo. A estátua do apóstolo São Paulo. No pergaminho está escrito: "Senhor, que queres que eu faça".