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quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Produção de Crônicas:OLimpíadas de Língua Portuguesa Professora Leda Maria Cabral

Colegio Estadual Tânia Varella Ferreira
Produção de crônica/OLP -Escrevendo o futuro - 2014
Professora : Leda Maria Cabral  
 
A CHUVA

Meus tênis faziam um barulho esquisito a cada passo que eu dava, plosh – plosh. O vento cortava a pele do meu rosto e dos meus braços. Meu guarda – chuva saiu voando, eu praguejei, gritei e bati os pés, agora ...eu estava molhada da cabeça aos pés.
Durante a caminhada de volta para minha casa, eu pensava em tudo que faria quando chegasse lá : eu tomaria um bom banho quente e dormiria até meu corpo ficar cansado de descansar. Esses pensamentos continuaram a me atormentar por mais 3 (três) km.
Chegando ao meu lar, abri a porta do quarto lentamente, ela rangeu, fazendo meus ouvidos doerem. Deixei minha mochila escorregar do meu ombro até o chão, ela fez um barulho horrível, fechei os olhos com desgosto, meus livros e cadernos deviam estar todos molhados e manchados. Eu estava congelando, meus dedos estavam duros e azuis. Caminhei até o banheiro, tirei minha roupa e tomei um banho quente.
Eu podia sentir minhas articulações “voltando ao normal”. Voltei ao meu quarto e deixei - me cair na
Meus tênis faziam um barulho esquisito a cada passo que eu dava, plosh – plosh. O vento cortava a pele do meu rosto e dos meus braços. Meu guarda – chuva saiu voando, eu praguejei, gritei e bati os pés, agora ...eu estava molhada da cabeça aos pés.
Durante a caminhada de volta para minha casa, eu pensava em tudo que faria quando chegasse lá : eu tomaria um bom banho quente e dormiria até meu corpo ficar cansado de descansar. Esses pensamentos continuaram a me atormentar por mais 3 (três) km.
Chegando ao meu lar, abri a porta do quarto lentamente, ela rangeu, fazendo meus ouvidos doerem. Deixei minha mochila escorregar do meu ombro até o chão, ela fez um barulho horrível, fechei os olhos com desgosto, meus livros e cadernos deviam estar todos molhados e manchados. Eu estava congelando, meus dedos estavam duros e azuis. Caminhei até o banheiro, tirei minha roupa e tomei um banho quente.
Eu podia sentir minhas articulações “voltando ao normal”. Voltei ao meu quarto e deixei - me cair na cama, o sono veio aos poucos, mas quando chegou... foi avassalador.

                                                       Kelly Cristina Candido  -  9° ano A
                                   
                                                            O primeiro beijo

      O primeiro beijo é algo tão estranho ,mas que te leva às nuvens,
te faz esquecer de tudo e de todos, é maravilhoso. Há tantas maneiras
de acontecer o primeiro beijo, pode acontecer em qualquer momento,
sem o amor fluindo no ar, ou pode ser apaixonado, qie os pombinhos
são o par perfeito para isso.
     Mas o que realmente importa é curtir o momento e deixar rolar, sem
se preocupar com o que está acontecendo ao seu redor, pois o tempo 
não volta atras, e se você não tiver aproveitado  este momento, não 
haverá outras chances!
                                                   Maria Catarina - 1ºB

Primeiro dia no Quartel


  Em um sábado comum, Lais obrigada por sua mãe, teve que ir num lugar que para ela era estranho; Um quartel do corpo de Bombeiro. Ana, mãe de Lais queria que a filha seguisse a carreira de bombeiro e comessace desde já a fazer um curso.
  Chegando lá Lais se assusta, vendo um grupo de jovens quase todos marchando em sincronia, obedecendo ordens se reclamar, e escutando um adulto em silêncio. Naquele instante ela percebe que aquele lugar não é uma prisão, na qual as pessoas apanham, sofrem e passam fome, e sim um lugar de aprendizado, de coragem, de amor pelo próximo e principalmente, um lugar de respeito.
  A partir daquele dia, Lais não precisava mais ser obrigada pela mãe, pois ela sentia prazer em se arrumar, vestir um uniforme e ir para o quartel central do corpo de Bombeiro em Maringá.
 Andressa Keren Ferri   -    1ºB

Segunda Mãe

     Era uma manhã ensolarada, na qual eu via uma garotinha chorando, era um choro desesperado. A garotinha recebia alguns abraços de amigos e de seu irmão, o qual também chorava, porém era um choro mais contido.
     Ouvi algumas palavras de consolo e até então não sabia ao certo o que havia acontecido, e então chegou aos meus ouvidos que uma senhora haverá falecido na madrugada daquele dia, a tal senhora era avó do irmão da garotinha.
     E então entre um soluço e outro ela balbuciou "Não era minha avó, mas era minha segunda mãe" e enterrou a cabeça no peito de seu irmão que chorou ainda mais com as palavras.
Daniela Alessandra Biffi    -    9ºB



                                              O Grande Amor

     Numa tarde chuvosa, olho para um homem ajoelhado com um buquê de rosas vermelhas
e uma aliança pedindo a sua namorada em casamento.
     Cristina, quando te conheci, pensei comigo, eu quero essa mulher essa mulher para ser 
a mãe dos meus filhos, ficar velinho ao seu lado.
     Gustavo, eu lembro do nosso primeiro beijo, na esquina de casa, começamos a conversar
e acabou rolando o beijo.
     Eu aceito casar com você.
                                                                            Ana Cristina De Souza Alvez -1º B

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