Colegio Estadual Tânia Varella Ferreira
Produção de crônica/OLP -Escrevendo o futuro - 2014
Professora : Leda Maria Cabral
A CHUVA
Meus
tênis faziam um barulho esquisito a cada passo que eu dava, plosh –
plosh. O vento cortava a pele do meu rosto e dos meus braços. Meu
guarda – chuva saiu voando, eu praguejei, gritei e bati os pés,
agora ...eu estava molhada da cabeça aos pés.
Durante
a caminhada de volta para minha casa, eu pensava em tudo que faria
quando chegasse lá : eu tomaria um bom banho quente e dormiria até
meu corpo ficar cansado de descansar. Esses pensamentos continuaram a
me atormentar por mais 3 (três) km.
Chegando
ao meu lar, abri a porta do quarto lentamente, ela rangeu, fazendo
meus ouvidos doerem. Deixei minha mochila escorregar do meu ombro até
o chão, ela fez um barulho horrível, fechei os olhos com desgosto,
meus livros e cadernos deviam estar todos molhados e manchados. Eu
estava congelando, meus dedos estavam duros e azuis. Caminhei até o
banheiro, tirei minha roupa e tomei um banho quente.
Eu podia sentir minhas articulações “voltando ao normal”.
Voltei ao meu quarto e deixei - me cair na
Meus
tênis faziam um barulho esquisito a cada passo que eu dava, plosh –
plosh. O vento cortava a pele do meu rosto e dos meus braços. Meu
guarda – chuva saiu voando, eu praguejei, gritei e bati os pés,
agora ...eu estava molhada da cabeça aos pés.
Durante
a caminhada de volta para minha casa, eu pensava em tudo que faria
quando chegasse lá : eu tomaria um bom banho quente e dormiria até
meu corpo ficar cansado de descansar. Esses pensamentos continuaram a
me atormentar por mais 3 (três) km.
Chegando
ao meu lar, abri a porta do quarto lentamente, ela rangeu, fazendo
meus ouvidos doerem. Deixei minha mochila escorregar do meu ombro até
o chão, ela fez um barulho horrível, fechei os olhos com desgosto,
meus livros e cadernos deviam estar todos molhados e manchados. Eu
estava congelando, meus dedos estavam duros e azuis. Caminhei até o
banheiro, tirei minha roupa e tomei um banho quente.
Eu podia sentir minhas articulações “voltando ao normal”.
Voltei ao meu quarto e deixei - me cair na cama, o sono veio aos
poucos, mas quando chegou... foi avassalador.
Kelly Cristina
Candido - 9° ano A
O primeiro beijo
O primeiro beijo é algo tão estranho ,mas que te leva às nuvens,
te faz esquecer de tudo e de todos, é maravilhoso. Há tantas maneiras
de acontecer o primeiro beijo, pode acontecer em qualquer momento,
sem o amor fluindo no ar, ou pode ser apaixonado, qie os pombinhos
são o par perfeito para isso.
Mas o que realmente importa é curtir o momento e deixar rolar, sem
se preocupar com o que está acontecendo ao seu redor, pois o tempo
não volta atras, e se você não tiver aproveitado este momento, não
haverá outras chances!
Maria Catarina - 1ºB
Primeiro dia no Quartel
Em um sábado comum, Lais obrigada por sua mãe, teve que ir num lugar
que para ela era estranho; Um quartel do corpo de Bombeiro. Ana, mãe de
Lais queria que a filha seguisse a carreira de bombeiro e comessace
desde já a fazer um curso.
Chegando lá Lais se assusta, vendo um grupo de jovens quase todos
marchando em sincronia, obedecendo ordens se reclamar, e escutando um
adulto em silêncio. Naquele instante ela percebe que aquele lugar não é
uma prisão, na qual as pessoas apanham, sofrem e passam fome, e sim um
lugar de aprendizado, de coragem, de amor pelo próximo e principalmente,
um lugar de respeito.
A partir daquele dia, Lais não precisava mais ser obrigada pela mãe,
pois ela sentia prazer em se arrumar, vestir um uniforme e ir para o
quartel central do corpo de Bombeiro em Maringá.
Andressa Keren Ferri - 1ºB
Segunda Mãe
Era uma manhã ensolarada, na qual eu via uma garotinha chorando, era
um choro desesperado. A garotinha recebia alguns abraços de amigos e de
seu irmão, o qual também chorava, porém era um choro mais contido.
Ouvi
algumas palavras de consolo e até então não sabia ao certo o que havia
acontecido, e então chegou aos meus ouvidos que uma senhora haverá
falecido na madrugada daquele dia, a tal senhora era avó do irmão da
garotinha.
E então entre um soluço e outro ela balbuciou
"Não era minha avó, mas era minha segunda mãe" e enterrou a cabeça no
peito de seu irmão que chorou ainda mais com as palavras.
Daniela Alessandra Biffi - 9ºB
O Grande Amor
Numa tarde chuvosa, olho para um homem ajoelhado com um buquê de rosas vermelhas
e uma aliança pedindo a sua namorada em casamento.
Cristina, quando te conheci, pensei comigo, eu quero essa mulher essa mulher para ser
a mãe dos meus filhos, ficar velinho ao seu lado.
Gustavo, eu lembro do nosso primeiro beijo, na esquina de casa, começamos a conversar
e acabou rolando o beijo.
Eu aceito casar com você.
Ana Cristina De Souza Alvez -1º B
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